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Fala e vira moda
Inovações subversivas que entusiasmam a garotada. Textos ambíguos e plurissignificativos. Adaptação de tendências. Nouvelle Vague francessa também interferiu, interfere até hoje. Jean Luc Godard tem filmografia criativa de um movimento de validade. Intertextualidade da boa.
Misticismo forjado, corrupção política, novas relações religiosas, prostituição em moda. Reciclagem de linguagem, comportamento, novidades despertam interesses. O medo, entusiasmo, dor e riso é só regrinha básica. O robô e atendente do Mc Donald´s já dramatiza com a história de crianças com câncer que precisam de sua colaboração.
A produção agrega todos através de tudo. Ainda bem que existe a obra de Freud e sua proposta sobre mecanismos de identificação e projeção, para pensar os modos como a indústria cultural responde, na era da racionalidade instrumental, à demanda de mitos e heróis. Heroes! Massa vai quase obrigada ao shopping, assiste, dança e passinhos programados, levanta os braços para cima.
O todo é impossível e só existe na ficção. Desejo da ordem do impossível porque a morte impulsiona a narrativa também. Ninguém é perfeito. Nem me choco assim tão fácil. A poluição é outra e mesma história.
Raridade e colorida!
E tudo torna-se uma moldura contextualizadora do relato. O homem não vê cores e não vê cores. O preto e branco não abre os olhos, em metáforas. O enunciado é de outro mundo. Cada dia uma pílula diferente. Um scrap que conta o livro. Existe o instante e com prazo de disseminação que informa. Imediato. Veloz. Diário. Uma saudade imensa da década de 80. Que anos poderosos. Um presente. Sempre rezo muito por isso.
O crime é noir. Não se engane em mundo tupiniquim. A trajetória dos personagens e suas utopias revelam coisas da vida. Quando criança amava tomadas de prédios. Sem noção alguma ainda. Hoje devemos acreditar na luz do faroeste. Não em bombas nucleares. E para colocar filtros para a descarga de poluentes sou a a favor. Uma lei! Chega de garganta seca.
Adoro colagem de fragmentos. A representação fascina. Flashback pode cansar um pouco. Acho essencial uma recordação de tempos atuais. Se a vida é agitada e não se consegue fazer o ritmo lento do show, tenta o ritmo médio.
Ninguém merece engarrafamento
Ninguém me citou no jornal. E falta pouco. Nos tornamos mais familiarizados com as novas vantagens de Internet. As redundâncias circulares são exemplos diferentes. Porém iguais.
Podemos nos assistir, nos falar e quase nos sentir. E tudo depende de meu desejo. Por isso eu me desejo ponto com.
A televisão é produzida em grandes centros urbanos. São vibrações, concentração e objetivando a realização de melhor. Que não existe.
Anna Maria Balogh e a teoria televisiva. Costa do Sauípe exuberante. Década de 80 gritando! Tudo ao mesmo tempo e agora.
E todo o mundo em semelhante vibração e loucura de velocidade. A ficção é a real. As irmãs gêmeas são bonitas, existem na vida cotidiana, são belas, moralmente corretas.
Vive e escreve. Vive e toca. Vive e lê. Muita gente quer ler. É best-seller. E me ocultam. Por enquanto. Beija, ponto com, ponto be e erra por agora. Que carência da porra. É tudo isso que queremos na fictícia realidade. Escreve com sua criação reciclada, inigualável.
Chaplin em metamorfose
O primeiro galã de mass gabiru. Já previa em seu olhar brilhante a indústria e suas adjacentes. Ao lado de um cachorro, segurava uma bengala. Dançava mesmo. E foi o galã que despertou desejos inigualáveis. Depois, os parâmetros tornaram-se iniludíveis. Um fazer delirante. Hoje, não nos resta tempo para refletir. Charles Chaplin refletia e atuava.
A nossa formação de origem francesa ainda vai dar o que falar. Sempre buscamos o primeiro lugar em tudo. É bom acreditar que o formidável está(acho até) bem depois do adeus. Low profile ao início de contas.
O penoso nos ensina. A máquina antropofágica não permite a sacralização. Fotografias então. Uma mudança radical de comportamento a cada segundo. A velocidade perturbadora de um mundo globalizado pela Internet e criação emergencial do homem. Eterno contemporâneo.
O computador é o sacerdote supremo dessa promiscuidade cibernética, a multimídia. Acho estranho que ninguém percebe porque quase não existe casamento na Igreja. Acredita na Ave Maria. Dá um filme, uma novela de sucesso e com dez finais diferentes.
É absurdo experimentar a capa!